- 12 de ago.
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Praticar atividades físicas vai muito além dos benefícios tradicionais quando falamos de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras neurodivergências. O esporte e o movimento funcionam como ferramentas terapêuticas naturais e transformadoras.
Podemos observar diversos ganhos com a ação física, como por exemplo, o gasto de energia ajuda a diminuir a ansiedade e o estresse, além de ser um grande aliado na redução de comportamentos repetitivos (estereotipias).
No desenvolvimento motor, atividades como natação, artes marciais ou circuitos ajudam a melhorar a coordenação, o equilíbrio e a consciência corporal, áreas que muitas vezes apresentam desafios para pessoas no espectro.
Além de favorecer a interação acontece de forma lúdica e estruturada. Isso facilita o aprendizado de regras, o trabalho em equipe e a comunicação não verbal e verbal com os colegas.
Uma rotina ativa ajuda a regular o relógio biológico, proporcionando noites de sono mais tranquilas — algo essencial para o neurodesenvolvimento — e aumentando a capacidade de concentração nas atividades escolares e diárias.
Mais do que fortalecer o corpo, a atividade física constrói autonomia, autoconfiança e um espaço de inclusão, proporcionando muito mais qualidade de vida, saúde e alegria para os jovens e suas famílias.





